Viagem de finalistas do 6.º Ano de Escolaridade

Assim que deram por terminadas as Provas Finais de 2.º CEB, os nossos alunos do 6.º ano deram início à sua viagem de finalistas ao Porto, que ocorreu nos dias 22, 23 e 24 de maio de 2015.

Para trás ficou todo o nervosismo dos últimos dias: a Prova de Português, onde tiveram de “vaguear entre o Império Persa e a Aventura do lenhador Ali Babá” e a prova de Matemática, onde andaram às voltas com o preço das reproduções de fotografias, tentando descobrir quem tinha razão, se a Fátima ou o Luís, para já não falar do esforço que fizeram para descobrir a “regra da Rita”.

Na Gare do Oriente, a excitação era grande, enquanto esperávamos ansiosamente a chegada do Alfa Pendular, com destino a Campanhã.

A viagem até ao Porto decorreu de forma bastante animada e, para passar o tempo, fomos conversando, tirando fotografias e tecendo comentários sobre a paisagem. Cerca de duas horas depois, chegámos ao nosso destino.

Ainda na sexta-feira, a subida à Torre dos Clérigos foi cansativa, mas também compensadora, pois conseguimos ver toda a cidade, destacando-se a Sé Catedral do Porto, que visitámos de seguida.

O sábado foi dedicado a dois espaços obrigatórios para quem visita o Porto: a Fundação de Serralves e a Casa da Música. Na primeira, as atividades aí desenvolvidas foram muito enriquecedoras. Pudemos apreciar, no museu, a exposição de obras escultóricas de Monika Sosnowska, artista polaca, intitulada “Arquitetonização”, visitar o Parque e a Casa, onde assistimos a três momentos de dança. A parte da tarde foi dedicada à emblemática Casa da Música, com uma experiência completamente diferente. Para além de termos apreciado a visita guiada, passando a conhecer “os cantos à casa”, o mais estimulante foi assistirmos ao concerto “Anatomia do Piano”, onde tivemos oportunidade de interagir com um dos protagonistas.

No domingo, no Museu Soares dos Reis, realizámos o percurso “Bem-vindo ao Museu Nacional Soares dos Reis”, através do qual, pudemos descobrir aquele espaço museológico e o escultor que lhe deu o nome.

Mas, como tudo na vida, também a aventura ao Porto tinha chegado ao fim, certos no entanto que ficará registada para sempre na memória de todos os que nela participaram.

Estamos convictos que, se na próxima semana, os nossos alunos tivessem de descrever novamente uma narrativa a partir do provérbio: «A alegria é um tesouro que vale mais do que o ouro», o tema seria o mesmo para todos eles:

“A nossa viagem ao Porto”.

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